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CRIAÇÃO E ARTE: RENATO GUIMARÃES
 
 
 
02/10/2007,16h:44m
Nestes 9 anos de história, torcida tem sido um capitulo à parte!
  A festa que vem das arquibancadas...

Na matéria escrita neste site ontem, muitos estranharam a pouca menção feita à torcida, mas no Guaratinguetá a torcida como bem diz o título, é um capitulo á parte, um verdadeiro caso de amor. O Balé das arquibancadas é parte do espetáculo no “Ninho da Garça” e nestes nove anos de tantas glórias, nenhuma bola teria entrado, nenhum desarme providencial teria sido feito ou um penal defendido se não fosse a paixão, a força do amor que vem das arquibancadas e cadeiras, esforço este reconhecido por todos do Guaratinguetá, “a briga, a luta, as derrotas e vitórias, a felicidade e tristeza, ninguém sente mais que o torcedor”, palavras do presidente Carlos Arini que é consenso entre todos que vivem e trabalham no dia a dia do Tricolor do Vale.

 

Assim como foi no Paulistão 2007, quando o caçula Guará foi conquistando espaços no certame, chegou a brigar por uma vaga nas semifinais e acabou sagrando-se “Campeão Paulista do Interior”, o time do Vale do Paraíba também levou para “Terra de Frei Galvão”, outro título: Campeão de Público, nesta competição o Guaratinguetá recebeu da Federação Paulista de Futebol como forma de reconhecimento uma premiação por ter tido a melhor média de público entre os clubes do interior.

 

Mas será que sempre foi assim?

 

Será que o torcedor do Guaratinguetá sempre deu provas incondicionais de amor?

 

Mais uma vez batemos na tecla que contra números não existem argumentos, volto a lembrar que logo em sua primeira competição oficial (Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2000) o estádio Dario Rodrigues Leite recebeu excelentes públicos. Desta maneira sempre foi nos acessos e mesmo nos primórdios, quando o Tricolor ainda disputava as extintas séries B-2 e B-1. “Lógico que o torcedor apoiava, mas não em números como de hoje, mas quando se comparava nossas médias com as de outras equipes, desde nossa primeira temporada em 2000 o Guaratinguetá já mostrava sua força na arquibancada, lembro como se fosse hoje, na B-2 (antiga quinta divisão) nossa torcida lotava alguns ônibus para apoiar a equipe fora de casa, isso acabou criando uma raiz entre time e torcida e hoje o Guará colhe estes frutos, tendo média de público superior a equipes mais antigas e tradicionais no cenário paulista e brasileiro”, comenta o supervisor de futebol Israel Vieira.

 

É salutar lembrar que o torcedor do Guaratinguetá torce antes de tudo com o velho espírito do simples amor, um torcedor que participa, que se precisar atravessa qualquer distância, senti na pele o sol de uma arquibancada,  aquele que chora pela bola que insistiu em não entrar e com as mesmas lágrimas festeja o título sonhado.

 

E nestes nove anos não podemos deixar passar em branco, torcedores que ajudaram a construir este Guaratinguetá vencedor, pois no futebol tudo é feito para estes abnegados, afinal o amor incondicional deles faz do futebol o esporte mais apaixonante do mundo.

 

A dama das arquibancadas

 

Em Guaratinguetá podemos dizer do amor de Dona Vicentina, desde a década de cinqüenta com bandeira em punho, amando e vivendo o futebol da cidade, primeiro com a Esportiva e hoje com o Guaratinguetá. Fundadora da primeira e até hoje atuante torcida organizada do Guará, Dona Vicentina é presença certa em cada embate no “Ninho da Garça” e também em muitos jogos realizados fora de casa, “eu lembro desde a época quando a Esportiva jogava ainda no Campo do Galvão, toco há mais de cinqüenta anos. Torcer pelo Guaratinguetá é minha maior felicidade, pela idade que tenho, por tudo que já passei, hoje posso dizer que torcer pelo Guará é minha alegria, não tem tempo ruim, já fiz radioterapia, não posso pegar sol, mas coloco meu chapéu e enquanto Deus me der força estarei lá torcendo.”, declara emocionada a torcedora símbolo do Guaratinguetá.

 

O Terror dos treinadores adversários...

 

Ela não fica no alambrado, sempre com a camisa do Guará, apesar da pouca estatura e o do nome no diminutivo, Aninha é a voz forte das escadas que dão acesso ás numeradas, ela pega no pé de todo mundo, seu principal alvo: o treinador adversário. Aninha sabe o nome de todos, quem também “sofre” com o bom humor desta torcedora é o quarto árbitro e às vezes até o próprio treinador do Guaratinguetá, “para os nossos treinadores eu grito apenas palavras de incentivo, não corneto mesmo!”, declara a apaixonada pelo tricolor.

 

Paixão sem limites!

 

Morador da Rua Vasco da Gama, Silmar Ponga é tão fanático pelo Guaratinguetá que faz questão de pintar seu carro com as cores e com o símbolo da equipe, “Não faço parte de nenhuma torcida organizada, mas sou apaixonado pelo Guará, aonde a equipe vai, quero estar junto, tenho minha própria bandeira e minha coleção de camisas, isso sem contar no meu carro”, diverte-se o torcedor.

 

Eterna Saudades

 

E como não lembrar e não sentir saudades do eterno Dudu, que hoje mora no Céu. Típico torcedor de alambrado, que com bom humor e muita paixão atazanava a vida de quem sentava no banco de reservas das equipes adversárias. Dudu era outro torcedor de coração e alma, seu sorriso transbordava nas vitórias e mesmo nos revés sua palavra era sempre de ânimo, sempre levantando a cabeça de todos. “Era um companheirão, um torcedor de verdade, uma pessoa que amava de verdade o Guaratinguetá, sinto muita saudades deste amigo”, declara Dona Vicentina visivelmente emocionada.

 

“Na festa do acesso, o Dudu já tinha ido embora, mas lembrei muito dele e sei que em espírito ele estava conosco, assim como na conquista do título de Campeão do Interior”, completa o presidente Carlito.

 

Organizadas

 

Assim como os grandes clubes, o Guaratinguetá também possui suas torcidas organizadas, que são responsáveis pelo grito da massa, pela fumaça colorida, o batuque e vibração que contagia a todos nas arquibancadas.

 

Um fator importante que precisa ser colocado, durante todo o Paulistão e na Copa Federação Paulista de Futebol, não foi registrado nenhum incidente com relação a violência por parte das torcidas organizadas do Guaratinguetá.

 

Camisa 14

 

Primeira torcida organizada do Guaratinguetá, capitaneada por Dona Vicentina, a Camisa 14 existe desde os tempos da Esportiva, com o fim da equipe alvirrubra, incorporou o tricolor e hoje veste e apóia com muito fervor o Guaratinguetá. Faz Chuva ou sol, está sempre presente nas arquibancadas do Dario Rodrigues Leite. “Somos uma torcida apaixonada e fiel, presenciamos todos os momentos do futebol de Guaratinguetá e posso afirmar nunca o torcedor do Guará teve tantos motivos para estar vibrando com sua equipe.”.

 

Fúria Tricolor

 

Torcida fundada em 2005, grande parte de seus integrantes são moradores do bairro Nova Guará, uma torcida que tem por característica a vibração durante os noventa minutos, não importa a situação, seus integrantes estão sempre pulando e cantando pelo Guaratinguetá. Durante a Copa FPF tem acompanhado a equipe em jogos fora de casa, como na Rua Javari na estréia e também em Mogi das Cruzes. É presidida pelo fanático Carneiro (que nem treino do Guará costuma perder)

 

Nação Especialista

 

Uma torcida diferente e única, formada basicamente por militares da Escola de Especialistas da Aeronáutica e seus familiares, fundada no fim de 2006,  fica ao lado das cadeiras atrás do banco de reservas dos adversários, uma torcida que aonde vai faz amigos e que recebe muito bem os torcedores vindos de outras cidades. Seus diretores Toledo e Barrão estão sempre à disposição para ajudar o Guaratinguetá.

 

Torcida Jovem

 

Um espetáculo de torcida! Possui o maior dos “bandeirões”, é formada basicamente por jovens e tem como presidente o apaixonado José Ivan. Assim como a Fúria, usa e abusa de fumaças e bateria para animar a galera, “Somos apaixonados pelo Guará e sempre vamos apoiar, nunca pensamos em violência, somos em nossa maioria estudantes e nosso propósito é apoiar e fazer amigos. Já temos uma diretoria formada e a cada dia que passa nos organizamos ainda mais”, confessa orgulhoso Zé Ivan que está empolgado com a venda de camisa da Jovem, “às vezes  não damos conta de tantos pedidos”.

 

Torcida Tricolor do Vale

 

A mais recente das torcidas, fundada após a conquista do título de Campeão Paulista do Interior, presidida por Dona Cida, que fez parte da Camisa 14. “Estamos nos organizando para fazer bonito, seremos mais uma grande torcida”, vislumbra.

Torcida do Alambrado

Fica postada atrás do banco de reservas de onde o Guará ataca, geralmente no segundo tempo, estes apaixonados costumar a dar uma de "auxiliar-técnico" do treinador tricolor e costumam também a auxiliar o bandeirinha... Sempre de bom humor!

 

Cada qual com sua importância, todas as torcidas são peça fundamental para o futuro do Guaratinguetá.

 

“Quando lembro dos acessos, penso no título do interior, em tudo que está sendo feito no Guará, sei que nada teria acontecido se não fosse a força de nosso torcedor. O Guaratinguetá agradece todos os dias o apoio de cada um de vocês”, palavras do presidente Carlos Arini.

 

Só para não perder o costume, como sempre a torcida guaratinguetaense está fazendo sua parte, o Tricolor do Vale tem a melhor média de público na Copa FPF.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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